OSOS - Open Schools for Open Societies (2017-2020)

 

 

 

 


O Projecto

O projecto OSOS – Open Schools for Open Socities tem como principal objectivo implementar, em larga escala, um processo de transformação das escolas em ecossistemas inovadores de aprendizagem, actuando como espaços multidisciplinares para a aprendizagem das ciências para os quais directores de escola, professores, alunos e comunidade local partilham responsabilidades e beneficiam do desenvolvimento de uma cidadania responsável.

O projecto prevê o envolvimento de 100 escolas a nível nacional, em que os alunos, desde o 1.º ciclo do ensino básico até ao ensino secundário, são encorajados a desenvolver projectos multidisciplinares que tentam dar resposta a problemas concretos da sua comunidade, envolvendo neste processo as suas famílias, universidades / centros de investigação, parceiros locais (moradores, lojistas, empresas, associações, etc.), museus e centros de ciência. Com o OSOS pretende-se acima de tudo colocar as escolas no centro de uma comunidade activa, democrática e participativa.

 

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Site oficial do projecto: https://www.openschools.eu/

Projectos OSOS


Nome da escola: Escola Secundária Leal da Câmara |  Agrupamento de Escolas Leal da Camara

Nome do professor: Fernando Bação

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Por que é que nas disciplinas específicas do Curso de Ciências e Tecnologias (CCT) as avaliações são significativamente mais baixas do que no ensino básico? O que podemos fazer para obter melhores resultados?

O projeto tem como ponto de partida um questionário, dirigido às turmas de CCT, que servirá de base para desenvolver novas formas de estar e pensar ciência e formas mais eficazes da sua aprendizagem. O foco será sempre o aluno e o que pode fazer pelo seu sucesso académico, num contexto balizado pelo perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e pela exigência dos exames nacionais. Pretende-se recorrer às ciências da educação para facilitar a aprendizagem da ciência.

Etapas do projeto

I - Questionário diagnóstico

elaboração conjunta com professores e alunos das duas turmas envolvidas no projeto

aplicação do inquérito nas 6 turmas do CCT da escola

tratamento dos resultados e comparação com dados da literatura

II – Apresentação dos resultados na escola

III – Divulgação de formas de estar e estudar conducentes a uma melhoria de resultados. Palestra/conferência, convites endereçados ao Instituto de Educação (IE). Divulgação das ideias mestras

IV – Desenvolvimento de ações de motivação à mudança, convites endereçados Instituto de Educação (IE) e à Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FPUL)

V – Divulgação do projeto e as suas conclusões na página da Sala de Estudo da Escola e junto dos diretores de turma


Nome da escola: EB 2,3 Octávio Duarte Ferreira


Nome da escola: Escola Secundária Dr Francisco Fernandes Lopes |  Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes

Nome do professor: Alberto Mascarenhas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

No Algarve, em particular na Ria Formosa, as pradarias marinhas são muito comuns, cobrindo grande parte dos seus bancos de areia, sendo que são zonas de elevada produtividade e diversidade, onde plantas, algas e animais se concentram.

Assim, é urgente proteger as pradarias! Estas não só armazenam o CO2 presente na atmosfera, diminuindo-o consideravelmente, como também praticam o sequestro do carbono, contribuindo para a diminuição do aquecimento global.

Neste sentido, as turmas do 10º Ano (A, B e C) e a turma do 12º Ano (B) estão a desenvolver o projeto “A Ria Formosa e o Aquecimento Global”, tendo como principal objetivo, sensibilizar a comunidade escolar do nosso Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes, para a necessidade de preservar a Nossa Ria Formosa.


Nome da escola: Escola Básica Abade de Mouçós |  Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus

Nome do professor: Maria Adelina Morgado, Gravelina Gache

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: EB2,3 Dr. Anastácio Gonçalves |  Agrupamento de Escolas de Alcanena

Nome do professor: Maria da Conceição Castro

Nível de ensino: 2º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Atualmente um dos maiores problemas com que os apicultores se debatem, consiste na infestação generalizada das suas colmeias por um ácaro denominado Varroa destructor. Este, visível a olho nú, parasita as abelhas, infetando-as, destruindo também a suas pupas e larvas, tendo como resultado a morte de milhões e milhões de abelhas da espécie Apis mellífera, também conhecida como abelha europeia, em Portugal e no resto do planeta. Não só provoca uma diminuição da produção de mel e da receita obtida pelos apicultores, como afeta também a polinização das plantas e consequentemente a frutificação de pomares e árvores de fruto, contribuindo para que num futuro próximo, se assista a uma diminuição produção mundial de produtos hortícolas e frutícolas, com todas as consequências nefastas que tal cenário acarreta. Com este projeto pretendemos aplicar óleo essencial de lavanda em colmeias, demonstrando que é possível matar a varroa sem causar dano nas abelhas e mitigar este problema que diretamente ou indiretamente nos afeta a todos.


Nome da escola: E.B 2,3/S Dr. João de Brito Camacho |  Agrupamento de Escolas de Almodôvar

Nome do professor: Raquel Forca

Descrição: 

O projecto partiu de um levantamento de problemas da comunidade identificados pelos alunos do 12º ano. Foi seleccionado após votação que o projecto que iriamos desenvolver responderia a uma questão, Como divulgar de forma atractiva os pontos fortes de Almodôvar a jovens?

Assim, o principal objectivo do projecto passa pela promoção do turismo local (rural/científico/desportivo) do concelho de Almodôvar com o intuito de alcançar o público mais jovem. Os alunos estão a desenvolver uma App com vários roteiros, desde observação da fauna e flora, à história do concelho de Almodôvar, gastronomia, etc.

Os alunos marcaram uma reunião, a 13 Fevereiro de 2019 com o presidente da Câmara de Almodôvar, com a Vereadora da Cultura e com a Diretora do Agrupamento de Escolas de Almodôvar que acompanhou o projecto de perto. Os alunos apresentaram o projecto e pediram a sua colaboração, não só para os roteiros, mas também tem termos financeiros.

A apresentação está disponível neste link: https://www.emaze.com/@AOFTWZQWT/al-discovery. O presidente da Câmara mostrou-se inteiramente receptivo ao projecto.


Nome da escola: EB1/JI dos Lombos |  Agrupamento de Escolas de Carcavelos

Nome do professor: Tatiana Carriço

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Projecto desenvolvido pelos alunos do 2º ano numa horta biológica comunitária inserida em contexto escolar. O projecto promove a participação de toda a comunidade educativa e vizinhos da escola na produção de alimentos saudáveis no âmbito do desenvolvimento sustentável.

Este projecto tem como objectivo a aprendizagem e o exercício de uma cidadania consciente e dinâmica, o desenvolvimento do pensamento crítico, criativo e  cuidadoso, a educação ambiental, o voluntariado e a entreajuda entre adultos e crianças do concelho. 

Desenvolvemos semanalmente actividades de carácter interdisciplinar e fazemos do espaço da horta o nosso laboratório de experiências. Questionamos, formulamos hipóteses e procuramos soluções para diferentes problemas, questões e curiosidades que vão surgindo. A horta é um lugar onde aprendemos de forma divertida.

No primeiro sábado de cada mês abrimos os portões da escola e convidamos a comunidade a entrar para cooperar e colaborar nas actividades. Contamos com o apoio da Cascais Ambiente, da  União das Freguesias de Carcavelos e Parede e dos serviços comerciais do bairro da escola.


Nome da escola: EB 2,3 de Vialonga |  Agrupamento de Escolas de Vialonga

Nome do professor: Helena Paixão

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: Escola Secundária do Pinhal Novo

Nome do professor: Pedro Jorge Oliveira, Maria Margarida Roque

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A maioria da população do Concelho de Palmela considera que na freguesia de Marateca-Poceirão apenas se produz vinho e se colhe a maçã riscadinha, desconhecendo que existe também uma série de atividades ligadas ao estuário, como por exemplo, a produção de sal, cultura de ostras e arroz. Na zona de contacto entre a Ribeira da Marateca e o Estuário do Sado, podemos observar muitas aves, em particular, as limícolas, sendo esta zona um excelente hotspot para a sua observação. Na zona não existe qualquer informação sobre a existência e importância deste hotspot para observação de aves e sobre a atividade económica ligada ao estuário.

Com o objetivo de dar a conhecer a região e a sua potencialidade de desenvolvimento turístico, os alunos têm vindo a contactar várias entidades com o objetivo de colocar um painel informativo sobre as aves que podem ser observadas e na recolha para produção de informação sobre as atividades económicas ligadas ao estuário.


Nome da escola: Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes


Nome da escola: Escola Básica António Gedeão


Nome da escola: Colégio de São Gonçalo

Nome do professor: Luís Pedro Freitas

Nível de ensino: Pré-escolar

Descrição: 

Este projeto é uma adaptação da ideia do “faça você mesmo” que permite desenvolver nas crianças a problematização do que estão a aprender. As experiências baseiam-se em desafios surpreendentes e divertidos onde permitimos que as crianças sintam a liberdade de explorar e criar, colocando elas próprias as “mãos na massa”. 

Ao vivenciar este tipo de atividades desde cedo, as crianças vão aprofundar e sedimentar valores comportamentais para a vida, possibilitando desta forma uma mudança positiva nas suas atitudes, no modo de acreditar, inovar, planear e persistir para conquistar.

As atividades desenvolvidas são acessíveis, tanto na abordagem e disponibilidade assim como no custo dos materiais. Ambicionamos “dar asas à imaginação” das crianças, ao mesmo tempo que despertamos a curiosidade para o mundo da ciência.


Nome da escola: Escola Técnico Profissional de Cantanhede

Nome do professor: Michael Teixeira

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Projecto que permitirá aos consumidores, através da Internet, descobrirem micro e pequenas empresas (PMEs) da cidade através de páginas web. A ideia surgiu no seguimento da análise que se tem feito à decadência cada vez maior dos mercados tradicionais devido ao impacto das grandes superfícies.

Os objectivos do projecto passam pela promoção do comércio e serviços de proximidade, dando visibilidade às PMEs para que consigam angariar novos clientes. Este é um projecto multidisciplinar, que promove uma cultura de proximidade entre a comunidade local e a comunidade escolar, beneficiando uma cidadania responsável.


Nome da escola: Escola Básica n.7 de Vila Real - Centro Escolar da Araucária |  Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus

Nome do professor: Ema Teixeira

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O barro de Bisalhães é Património da Unesco, mas soubemos que não há oleiros para o trabalhar, por isso, a nossa preocupação é grande, porque a louça pode acabar. Será porque sujam as mãos? Será porque pensam que é uma profissão para idosos?

Como temos dificuldade em perceber por que só há um oleiro talvez haja pessoas que nos possam ajudar. Vamos envolver os pais neste problema, a Câmara Municipal, UTAD e pessoas interessadas em aprender connosco como se encontra o barro e como se faz olaria.

Já sabemos que o barro se extrai da argila, por isso será interessante visitarmos o local para percebermos como, através da argila, se extrai o pó para fazer o barro.

Na companhia do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Parada de Cunhos e do Prof. João Batista, da UTAD, visitámos o lugar da Telheira, para conhecermos o local de onde se extraía o barro. Percebemos que era um trabalho árduo e perigoso, porque nos foi informado que a extracção do barro era manual, a maior parte das vezes, as pessoas andavam atoladas em lama, descalças ou com galochas e que por vezes, ficavam soterradas quando houvesse deslize de terras. Associado a isso e à falta de argila, as pessoas começaram a abandonar esta actividade.

As cavidades transformaram-se em grandes lagos, perigosos, que estão cobertos de lodo e plantas aquáticas onde já existem peixes e muitas rãs.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária do Cerco |  Agrupamento de Escolas do Cerco

Nome do professor: Ana Cristina Teixeira

Descrição: 

Pretende-se compreender de que forma se pode tirar o melhor partido de produtos descartados, desenvolvendo de modo sustentável outros "novos" bioprodutos, promovendo a reflexão sobre a insustentabilidade da atual sociedade de consumo e por conseguinte a proposta de vias alternativas a seguir. Pretendemos um bioproduto, relevante pela perspetiva cultural e energética, esteticamente válido e contribuindo para um novo perfil de ação concreta de uma sociedade mais justa e equilibrada.

Pretendemos usar mesas descartadas cujo tampo será coberto com um tapete de musgo colocado no jardim interior de um bloco da escola convenientemente hidratado. A par com este tapete será aproveitada a corrente de eletrões proveniente da fotossíntese de forma a carregar pequenos relógios e aparelhos de baixa potência elétrica.

Temos a intenção de produzir também um moedor de resíduos plásticos que, a par com fungos, seriam aproveitados enquanto solo de produção de frutos e leguminosas.

Neste projeto a par com a reflexão sobre a sociedade que desperdiça e que se nutre de publicidade, importa inverter a crise de valores nos quais assente que o aumento da riqueza destrói a natureza.


Nome da escola: Escola Básica Infante D. Augusto


Nome da escola: EB1/JI Porto Pinheiro |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Suzete Santos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Projeto que visa alertar, sensibilizar, investigar e conhecer numa perspetiva de proteção ambiental. O projeto pretende explorar a partir do currículo das diferentes áreas disciplinares (estudo do meio, matemática, português, educação para a cidadania e expressões artísticas) os ecossistemas e a biodiversidade, através dos princípios do método científico, da observação, recolha, experimentação, do trabalho de campo, da troca e comunicação de ideias, da cooperação e parceria com diferentes entidades.

Com o desenvolvimento do projeto pretende-se colocar as crianças a observarem o ambiente que as rodeia, a recolherem informação fora de sala de aula, a seriarem e categorizarem o que observaram e a encontrarem soluções para problemas reais e ambientais, aproximando os alunos da biodiversidade que os rodeia, como por exemplo:  “A polinização em ambientes urbanos”, “Por que há poucos insetos em ambientes urbanos?” e “Qual a importância dos insetos para a realização da polinização e do equilíbrio dos ecossistemas?”.


Nome da escola: Escola Secundária Marques de Castilho |  Agrupamento de Escolas de Águeda Sul

Nome do professor: Álvaro Folhas


Nome da escola: Escola Básica Carlos Gargaté


Nome da escola: Escola Básica de Malva Rosa |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Virgínia Santos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A escolha do projecto baseou-se no tema aglutinador do Agrupamento "Viagens", no ano em que se assinalam as Comemorações Magalhânicas do V Centenário da circum‑navegação.

Com este projeto, pretendemos ampliar o processo de partilha e trabalho colaborativo envolvendo todos os professores, educadores, assistentes operacionais, crianças da Educação Pré-escolar e alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. Sensibilizar os alunos para a importância de observar, pensar e tomar decisões como cidadãos responsáveis e conscientes.

Tendo em consideração a faixa etária dos alunos e  sendo o primeiro ano que integram o projeto, considerou-se oportuno começar por resolver problemas que os afeta diariamente. O espaço exterior/recreio foi o ponto de partida para o desenvolvimento do projeto, pois despertou o interesse dos alunos na oportunidade de  melhorarem, cuidarem e, assim, embelezarem o espaço escolar.

O foco será, sempre, fomentar o envolvimento dos alunos, dos pais e outros parceiros da localização geográfica da escola, na realização de atividades de preservação do espaço escolar, permitindo às crianças um contacto mais direto com a Natureza, estimulando uma aprendizagem ativa e uma melhor consciência ecológica.


Nome da escola: Escola Secundária Mouzinho da Silveira |  Agrupamento de Escolas do Bonfim

Nome do professor: Paulo Matos

Nível de ensino: 3.º Ciclo

Descrição: 

O planeamento urbano e a expressão e representação da tridimensionalidade são as duas vertentes deste projeto, ao serviço de uma dinâmica pedagógica através da qual os alunos são desafiados a desenvolver competências na resolução de problemas, aplicando a metodologia projetual, presente nos processos de engenharia, arquitetura e escultura.

O desenvolvimento de uma estrutura tridimensional, recorrendo a maquetagem e eventualmente a prototipagem rápida (impressão 3D), suportadas no reconhecimento dos processos criativos (metodologia do design) são formas de compreender a dialética entre a arte e técnica, sustentadas em problemas concretos.

A requalificação da Avenida do Bonfim, em Portalegre, foi o pretexto para abrir a escola à comunidade, onde a engenheira Cláudia Capote (Câmara Municipal de Portalegre) e a Escultora Maria Leal da Costa (Parque de Esculturas do Alentejo, em Marvão) têm tido um papel fundamental no testemunho de situações concretas de intervenção em espaços públicos.

As manifestações de arte pública e o reconhecimento de alguns factos histórico e artístico, da cidade de Portalegre, constituiu um ponto de partida, não só para sustentar os temas dos projetos, mas também desenvolver um sentimento de pertença à cidade.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas |  Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas

Nome do professor: Maria Fernanda Viegas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

É urgente sensibilizar os jovens para a necessidade de modificar comportamentos, com vista a prevenir os efeitos das alterações climáticas, pois os mais novos devem ser parte da solução, não do problema. Uma forma de os sensibilizar é mantê-los informados e, por isso, propomo-nos a construir uma estação meteorológica que irá recolher dados ambientais de diversos sensores e disponibilizá-los no site da escola. Os sensores que farão parte de sistema permitirão realizar a medição de pressão atmosférica, temperatura, humidade relativa do ar, luminosidade, índice UV, concentração de ozono e material particulado. Pretende-se compreender a importância da análise e da previsão do tempo e do clima para as atividades humanas, entender como dados meteorológicos são captados, registados, analisados e transformados em informações úteis, refletir sobre a ocorrência das mudanças climáticas, compreender o funcionamento de instrumentos de medida e desenvolver firmware para leitura dos sensores.

Etapas do projecto:

1.ª Montagem dos componentes: controlador Arduíno e sensores.

2.ª Desenvolvimento do firmware.

3.ª Leitura dos sensores e tratamento dos dados.

4.ª Ligação com wi-fi e envio de dados.


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Susana Serra

Nível de ensino: 2.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: Escola Secundária Maria Lamas


Nome da escola: Escola Básica e Secundária de Pinheiro |  Agrupamento de Escolas de Pinheiro

Nome do professor: Paulo Gil

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Nas últimas décadas têm surgido diversas investigações que sustentam a importância pedagógico-didática da história no desenvolvimento da aprendizagem das Ciências, em particular da história da matemática. Na verdade, são apontadas diferentes formas e ideias sobre o papel que a história da matemática pode desempenhar no ensino e aprendizagem da matemática.

Com este projeto, pretende-se proporcionar o contacto dos alunos com a história da matemática, recorrendo-se a registos históricos, nomeadamente, a problemas retirados da história da matemática, visto que soluções históricas levam os alunos a procurar e a desenvolver, individualmente, formas simples de raciocínio. Os diferentes pontos de vista que são possíveis apresentar em contextos históricos dão aos alunos a oportunidade para desenvolverem a arte de discutir, justificar as suas próprias opiniões e apresentarem o seu próprio raciocínio aos outros.

Pretende-se assim, com este projeto, envolver os alunos em contextos de trabalho que integrem a história da matemática e que lhes permita desenvolver diferentes capacidades não apenas associadas, unicamente, ao seu desenvolvimento matemático, mas também competências de leitura, escrita, pesquisa, análise e comunicação, promovendo, portanto, uma forma diferente de fazer divulgação matemática.


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Tânea Duarte


Nome da escola: Escola Básica Augusto Gil |  Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa

Nome do professor: Manuela Lopes

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Os objectivos principais do projecto são identificar problemas de autonomia de pessoas com deficiência e propor soluções facilitadoras de uma melhor qualidade de vida das mesmas.

Numa fase inicial, os alunos visitaram a Sala de Multideficiência e procuraram identificar, na escola, obstáculos enfrentados por colegas com dificuldades de mobilidade, tendo sido salientada a impossibilidade de acesso dos mesmos à Biblioteca, ao Ginásio e às salas de Ciências.

Com o apoio da professora especializada foram discutidas algumas hipóteses para melhorar a autonomia de portadores de diferentes tipos de deficiência no espaço escolar e os alunos da turma registaram as conclusões de forma empenhada, tendo manifestado preocupação e interesse pelos problemas enfrentados pelos colegas.


Nome da escola: Escola Secundária Camilo Castelo Branco |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Carla Machado

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

As notícias diárias, em todo o mundo, têm sido muito claras quanto à preocupação crescente relativamente à invasão dos microplásticos. Invasão? Sim! Já desde há muito que a poluição marinha é uma constante, principalmente no que diz respeito à poluição por plásticos. O que é certo é que ao longo do tempo esse plástico vai-se degradando, ou seja, vai-se transformando em microplásticos. Tão pequenos, que terminam no organismo de seres marinhos que os confundem com alimento.


Nome da escola: EB 2,3 Julio Brandão |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Sónia Barreiras

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto começou com o inventário das árvores da nossa escola, seguido da pesquisa das suas características e propriedades e de uma exposição.

Após esta primeira etapa começamos a construir um trilho e placas de identificação para as árvores, que vão contribuir não só com a informação pesquisada mas também com a ilustração de cada árvore/arbusto.

Foi ainda realizada uma parceria com alunos e docentes do ensino especial de forma a “traduzirmos” o nome comum da árvore/arbusto para a língua gestual portuguesa.


Nome da escola: Escola Secundária Poeta António Aleixo |  Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo

Nome do professor: Hugo Rebelo

Nível de ensino: Ensino Profissional


Nome da escola: Escola Secundária / 3º Ciclo de Raul Proença |  Agrupamento de Escolas Raul Proença

Nome do professor: Maria Mercês Matos

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Com este projecto, pretende-se desenvolver uma cultura de afetos, tendo em vista a humanização e o desenvolvimento do sentimento de pertença nas relações da comunidade escolar, baseado no exercício da cidadania. São colocadas mensagens, elaboradas por alunos do 7º ano, em garrafas decoradas para o efeito. Os trabalhos serão entregues pela escola a entidades da cidade cuidadoras de afetos.


Nome da escola: Escola Secundária de Marco de Canaveses |  Agrupamento de Escolas n.1 de Marco de Canaveses

Nome do professor: José Gonçalves

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Cada vez há mais ruído nas nossas cidades. As fontes de ruído podem os automóveis, as tarefas executadas na construção civil, entre outros. Contudo, poderá ter graves efeitos na saúde humana. (http://ec.europa.eu/environment/basics/health-wellbeing/noise/index_en.htm)

A Organização Mundial da Saúde refere que os sons de fundo não devem ultrapassar os 30 dB e os ruídos individuais não devem ultrapassar os 45 dB.

O objectivo deste trabalho é analisar o ruído nas nossas cidades / aldeias. Assim, irá realizar-se um estudo do ruído em diferentes horas e dias da semana, com o intuito de avaliar o ruído existente.

Para saber mais:

https://www.eea.europa.eu/themes/human/noise

http://ec.europa.eu/environment/noise/index_en.htm


Nome da escola: Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves |  Agrupamento de Escolas n. 1 de Odemira

Nome do professor: Ana Paula Canha

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O problema escolhido pelos alunos foi a poluição da água superficial em Odemira, concelho até há pouco tempo conhecido por ter o rio mais limpo da Europa.

Os alunos fizeram uma saída de campo com técnicos do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e visitas de estudo a três empresas agrícolas da região. A partir deste “sentir”, os alunos começaram a pesquisar sobre este problema e puseram as mãos na massa para investigar o impacto de 3 ETARs nos cursos de água, para monitorizar a quantidade de poluentes minerais nos cursos de água da plataforma litoral, para compreender de que forma os seres aquáticos eram influenciados pelos fitofármacos da agricultura e ainda para ensaiar uma solução para minimizar estes impactes nos meios aquáticos.

Este trabalho está a ser feito com o apoio de duas empresas agrícolas, da Câmara Municipal e ainda de alguns docentes do ensino superior. 


Nome da escola: Escola Secundária Quinta do Marquês


Nome da escola: Escola Básica Pedro Jacques de Magalhães |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Maria Adelaide Ferreira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto começou por uma actividade, realizada no âmbito da disciplina de Oferta Complementar/ Cidadania, que consistiu na redacção individual de uma carta endereçada à Directora do Agrupamento. Pretendia-se que os alunos mencionassem os aspectos em que, reconhecidamente, a escola tinha melhorado, os que careciam de melhoria e formas de intervenção directa nessa melhoria.

Identificados e votados os diversos problemas, foi seleccionado o que se prendia com o desaproveitamento do terreno atrás da bancada de Educação Física e, como proposta de solução, a criação de uma horta e de um mini jardim botânico. Seguiu-se a identificação e planeamento das acções e o contacto com as entidades que poderiam colaborar na resolução do problema.

O trabalho foi envolvendo as disciplinas do currículo à medida que as acções a desenvolver o permitiam e as ideias foram sendo cada vez mais diversificadas. Os alunos apresentaram uma candidatura ao Orçamento Participativo das Escolas, ganharam e, com o dinheiro conseguido, adquiriu-se material de rega. Na escola foram visitados por autarcas e por dois investigadores da Faculdade de Ciências. O conhecimento científico foi aumentando e a definição do que se pretendia fazer no terreno foi sendo cada vez maior.

Em desenvolvimento, para além da organização da horta-jardim, estão a ser identificadas as árvores da escola e alguma fauna, está a organizar-se um sistema para recolha de águas pluviais e vai-se fazer compostagem com uma turma do 5.º ano, recém-chegada ao Projecto. Embora as dificuldades sejam muitas e o trabalho moroso, o sonho não para de crescer e, para o concretizar, os alunos contam também com a colaboração dos Pais e Encarregados de Educação, da Associação de Pais e, recentemente, com a Câmara Municipal com a qual foi estabelecido um protocolo para o desenvolvimento de um projecto intergeracional de pintura do muro contíguo ao espaço que está a ser intervencionado.

 


Nome da escola: Escola Básica Ribeiro de Carvalho |  Agrupamento de Escolas D. Maria II

Nome do professor: Ana Cristina Emílio

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto tem como finalidade informar toda a comunidade, incluindo a população invisual e daltónica, da importância da reciclagem e da separação do lixo nos Ecopontos .

“ Como poderão as pessoas invisuais e daltónicas reconhecer os ecopontos? “

Começámos por escrever uma história em sala de aula, realizamos algumas experiências sensoriais (exercícios de olhos vendados), construímos os ecopontos (verde, azul e o amarelo) com materiais recicláveis, considerando em cada um deles as identificações em braille e para daltónicos.

A história também foi escrita em Braille, para posteriormente ser impressa numa impressora própria e ser assim partilhada.


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Pedro Afonso


Nome da escola: EB 2,3 de Rio Tinto |  Agrupamento de Escolas de Rio Tinto

Nome do professor: Carlos Pinto

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: Escola Básica Barbosa du Bocage


Nome da escola: Escola Básica e Secundária da Sé |  Agrupamento de Escolas da Sé

Nome do professor: Vítor Oliveira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto tem como objectivo resolver o problema do ruído ambiental no edifício da escola nos intervalos e o problema do comportamento genericamente inadequado da população escolar.

Já foi feita a medição do ruído ambiental para identificar padrões e momentos críticos. Em cada turma, foram constituídos grupos de trabalho de 4 a 6 alunos, que irão propor soluções físicas e normativas que serão posteriormente votadas por cada turma.

A solução vencedora na turma será confrontada com as soluções vencedoras das outras turmas para selecionar a solução vencedora.

Esta iniciativa conta com a colaboração dos Diretores de Turma dos 9.º's anos, da Direção, da Associação de Pais e da Associação de Estudantes.


Nome da escola: EB 2,3 de Freiria


Nome da escola: Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas |  Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas

Nome do professor: Maria Fernanda Viegas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O problema de falta de segurança atinge escolas que, por estarem vulneráveis, devem procurar meios para garantir tranquilidade a alunos, professores e funcionários. Um dos problemas das escolas passa pelo controle da entrada e saída quando não é fácil a colocação de torniquetes ou barreiras para condicionar o acesso. A identificação por RFID “Radio Frequency Identfication”, é um sistema sem fios que armazena e recupera dados remotamente e de forma automática. Esta tecnologia permite a captura automática de dados, para identificação de objetos com etiquetas eletrónicas, tags, que emitem sinais de radiofrequência para leitores que captam estas informações. Estas etiquetas, ou tags, são dispositivos compostos apenas por um pequeno circuito, que pode conter informações como o horário escolar e, por isso, podem ser colocados no cartão do aluno e ser utilizados para controlar a entrada e saída da escola. O objetivo deste projeto é aproveitar esta tecnologia e criar um sistema capaz de ler um código de identificação de uma etiqueta RFID. Um aluno ao chegar à escola passa a sua etiqueta no leitor que ao reconhecer a informação mostra um sinal verde permitindo a entrada na escola. Quando o aluno quer sair procede do mesmo modo e, caso não tenha autorização para sair naquela hora, é mostrado um sinal vermelho.

Etapas do projecto:

1.ª Pesquisa sobre o sistema RFID.

2.ª Recolha de informação sobre o material necessário: cartões de RFID, leitores RFID, arduino, fitas condutoras, cartões WiFi, caixas de montagem, Leds e fitas Led.

3.ª Construção do equipamento e programação do sistema:

A) Caracterizar o tipo de cartão RFID e recetores;

B) Software:

. Definição do problema

. Definição das funcionalidades do sistema (soluções)

. Criar fluxograma

. Codificar

. Fase de testes

C) Integrar Hardware com Software;

D) Criação de uma estrutura de demonstração.


Nome da escola: Escola Secundária de Loulé

Nome do professor: Hélder Pereira

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

As margens da Ribeira do Cadoiço, em tempos idos, eram das mais procuradas pelos louletanos para os seus momentos de lazer, sobretudo ao entardecer dos longos dias de Verão. O crescimento descontrolado da vegetação infestante, a poluição da água e os constrangimentos urbanos circundantes, impedem que o Cadoiço possa, por enquanto, voltar a ser uma das principais atracções paisagísticas da cidade. Apesar destes desafios, a ribeira apresenta ainda um conjunto de oportunidades (valores patrimoniais e naturais) que os alunos pretendem dar a conhecer aos louletanos de hoje.


Nome da escola: Escola Secundária José Macedo Fragateiro |  Agrupamento de Escolas de Ovar

Nome do professor: Rui Polónia Santos

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O Rio Cáster é o principal curso de água doce que atravessa a cidade de Ovar, sendo um dos principais aportes de água doce ao braço Norte da Ria de Aveiro.

Vários problemas têm afectado este rio nas últimas décadas, com uma degradação acentuada ao nível da qualidade da água, diminuição da biodiversidade presente, aumento da pressão humana nas margens e leito de cheia, e problemas diversos ao nível da gestão/regularidade do próprio caudal, em resultado de diversas mini-hídricas, desvios para irrigação e alterações na rede e bacia hidrográfica.

Neste projecto pretendemos avaliar, através de métodos físico-químicos e biológicos, a qualidade da água, monitorizar flutuações de caudais, identificar e georreferenciar fontes poluentes e, com base nos dados recolhidos, elaborar propostas de intervenção a implementar, em apoio com autarquias locais, movimentos associativos e centros de investigação. Foram já estabelecidas parcerias diversas neste primeiro ano e têm sido trabalhadas competências técnicas e laboratoriais necessárias à prossecução dos objectivos do projecto.


Nome da escola: Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses

Nome do professor: Sónia Sampaio

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Partindo dos recursos naturais existentes na Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses, os alunos procederam ao levantamento e registo da flora e fauna no espaço escolar. Numa fase posterior, e com base na informação recolhida, os alunos definiram rotas ambientais dedicadas à flora e fauna com o objetivo de as divulgar junto da população. Este é um projeto de natureza contínua, para ser desenvolvido ao longo dos anos, com o apoio de diferentes instituições e empresas. Pretende-se, assim, divulgar o património natural percebendo a importância e beleza da sua preservação.


Nome da escola: EB1 de Odemira |  Agrupamento de Escolas n. 1 de Odemira

Nome do professor: Cristina Basílio

Nível de ensino: 1.º Ciclo

Descrição: 

Projeto de empreendedorismo que promove a consciencialização da comunidade de Odemira para a problemática do desperdício de óleo alimentar. O projeto pretende sensibilizar toda a comunidade através dos meios de comunicação local (rádio RIO, Jornal Sudoeste e TV Zorra) e através da produção de velas ornamentais a partir da reutilização do óleo da comunidade escolar da EB1 de Odemira.


Nome da escola: Escola Secundária / 3.º Ciclo do Pinhel |  Agrupamento de Escolas de Pinhel

Nome do professor: Ana Paula Saraiva

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Pretende-se com este projecto envolver a comunidade na recolha e óleos usados e na sua posterior transformação em biodiesel e em sabão. O combustível obtido será utilizado num veículo que será construído pelos alunos. Para a produção de sabão pretendemos recorrer à sabedoria de familiares mais idosos dos alunos, que se deslocarão à nossa escola para demonstrar o método que utilizavam e, alguns ainda utilizam, na produção de sabão.


Nome da escola: Escola Básica do Bonito |  Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento

Nome do professor: Nazaré Sousa, Paula Couto

Nível de ensino: 1º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O foco deste projeto é a escola como ponto de mudança da integração cultural. Além disso, o nosso objetivo é tornar as atividades escolares mais visíveis e acessíveis à comunidade.

O Entroncamento é uma cidade no centro de Portugal que desde o início acolheu muitas pessoas de diferentes partes do país. Hoje em dia, a cidade é o lar de várias comunidades de diferentes países e é também conhecida pela sua grande comunidade cigana, um grupo tradicional itinerante que aqui se instalou há muitos anos.

A escola, como microcosmo da nossa sociedade, reflete essa realidade multicultural. Este projeto tem como objetivo levar as nossas crianças a pensar na sua comunidade, como um caso de sucesso de integração multicultural. Por meio de novas e motivadoras metodologias de aprendizagem, o nosso objetivo é que os jovens aprendizes compartilhem as suas experiências culturais, de modo a envolver as diferentes comunidades locais ao redor da escola nesse processo.

Blog Todos Somos Escola


Nome da escola: EB 2,3 Soeiro Pereira Gomes |  Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes

Nome do professor: Cidália Graça, Cristina Macieira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Desde sempre, a população escolar refere como pouco seguro o acesso à Escola.

Este problema que já foi objecto de apreciação das entidades responsáveis, sem resolução concretizada, mereceu a atenção dos alunos da turma 9ºB, pois o espaço percorrido diariamente pela maioria dos elementos da escola não tem condições de acessibilidade, uma vez que o passeio é demasiado estreito e também porque no inverno, facilmente, quem o usa fica molhado, devido ao trânsito automóvel.

Os alunos verificaram, durante uma visita ao espaço envolvente à escola que paralelamente ao estreito passeio, há um espaço, entre este e a ribeira de Santo António, que podendo ser usado no verão, não o pode ser no inverno, pois o terreno é lamacento.

A turma elaborou, durante as aulas de Educação Visual, um projeto de requalificação do espaço entre a ribeira de Santo António e a estrada de acesso à Escola e contactou a Câmara Municipal e o Presidente da União de freguesia de Alhandra, S. João dos Montes e Calhandriz.


Nome da escola: EB 2,3 Alvaro Velho


Nome da escola: Escola Básica Santa Marta do Pinhal


Nome da escola: EB da Quinta da Vala |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Cândida Bastos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A escolha do projecto baseou-se no tema aglutinador do Agrupamento "Viagens", no ano em que se assinalam as Comemorações Magalhânicas do V Centenário da circum‑navegação.

Numa primeira fase, os alunos em cada turma fizeram um levantamento das situações problema. Em assembleia de turma debateram as prioridades: requalificação das zonas degradadas existentes no interior do espaço afeto à escola, entre edifícios. Surge assim a ideia de se implementar a criação de uma horta pedagógica e biológica nesse espaço.

Com este projeto procuramos estimular a criatividade e a curiosidade científica dos alunos, promover, através da interdisciplinaridade, as boas práticas ambientais para a preservação dos valores naturais, maximizando o interesse ambiental e pedagógico e estimular o trabalho colaborativo.

A iniciativa foi proposta e aceite pela Direção da Escola e pela Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE).

Cabe aos alunos o papel ativo da sua manutenção, surgindo como medida de sensibilização das crianças, pais, encarregados de educação, professores, auxiliares de ação educativa e funcionários e outros parceiros localizados na área geográfica da escola, para a realização de atividades de preservação do espaço escolar e para a importância da educação ambiental e da educação alimentar na sustentabilidade do nosso planeta.

Em conjunto podemos proporcionar às crianças momentos diferentes, direcionados para os bons exemplos de educação ambiental e alimentar, reforçando a vertente mais prática.


Nome da escola: Escola Secundária Camilo Castelo Branco |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Graça Alves Pinto

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Após terem despertado para a astronomia, com o projecto contra a poluição luminosa “Vamos apagar as luzes para acender as estrelas”, desenvolvido no ano lectivo 2017-18, os alunos da da Escola Secundária/3 de Camilo Castelo Branco – Vila Real, agora no 8º ano, em articulação com os colegas de uma turma de 7º ano, lançaram-se num projecto de leitura.

O projecto tinha como objectivo desenvolver competências não só de leitura, mas também de escrita e de expressão oral, tendo por base conteúdos de Astronomia e Astrofísica. Independentemente de poderem explorar um conjunto imenso de recursos, os alunos das duas turmas leram, autonomamente, pelo menos um livro entre os vários que existem na biblioteca da escola sobre esta temática. As obras poderiam ter um carácter científico ou literário, desde que o assunto se relacionasse com a Astronomia ou Astrofísica.

Posteriormente, os alunos de ambas as turmas reuniram-se numa sessão de partilha de leituras, leitura em voz alta de conteúdos seleccionados e leitura de textos produzidos pelos próprios. O tema escolhido foi o Sistema Solar.

Paralelamente, os alunos construíram um protótipo tridimensional do Sistema Solar, tendo sido constatadas as dificuldades em construir este modelo à escala. Daí resultou a ideia, que está em fase de desenvolvimento, de propor à autarquia local a construção de um modelo do Sistema Solar à escala da cidade.

As famílias também acompanharam este projecto, quer incentivando os educandos nas pesquisas, quer acompanhado as leituras em casa, quer ainda mostrando elas próprias interesse na apropriação de conhecimento científico nestas áreas.


Nome da escola: Escola Básica n.º1 de Alverca


Nome da escola: Escola Secundária / 3.º Ciclo do Entroncamento


Nome da escola: Escola Profissional de Almada


Nome da escola: Real Colégio de Portugal

Nome do professor: Fátima Rodrigues, Joana Pedrosa, Joana Padrão, Sandra Cunha

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O consumo aumenta inevitavelmente com o aumento da população mundial. Isso causa o esgotamento dos recursos naturais e a perda de fontes de energia, levando à degradação do equilíbrio e sustentabilidade do planeta.

Os resíduos devem ser avaliados no processo de reutilização, reciclagem e recuperação. Neste projecto foram criadas acções locais / nacionais para prevenir e minimizar a formação de resíduos. Iremos contribuir para um uso mais eficiente de energia e de recursos através de campanhas de sensibilização sobre a importância de reduzir o consumo, optimizar a reutilização, recuperar e encontrar utilizações alternativas para os resíduos.

Objectivos:

• Promover a sensibilização ambiental nos alunos, bem como as suas competências ao nível do empreendedorismo, marketing e comunicação

• Sensibilizar os alunos para a reciclagem, recursos energéticos naturais, eficiência energética e recuperação de resíduos

• Melhorar o compromisso e a responsabilidade dos alunos, envolvendo-os activamente em todo o projecto

• Melhorar as acções de sensibilização e de resolução de problemas e garantir um consumo responsável em toda a comunidade (professores, funcionários da escola, pais, etc.)

• Trabalhar em cooperação com outras escolas

• Contribuir para o uso eficiente dos recursos energéticos naturais

• Avaliar as opções de destino do lixo, considerando as possibilidades de reutilização e reciclagem


Documentos OSOS

Descritivo do projecto - Documento que resume os objectivos e principais etapas do projecto OSOS

Brochura (em inglês)

 

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